Ai de mim se não anunciar o evagenlho

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

SOBRE CORPOS ESTRANHOS INTRODUZIDOS NO CURSILHO (I)

Pe. José Gilberto Beraldo
Ao participar de um Cursilho pela primeira vez, em 1967, um dos seus impactos mais significativos para mim - naquela época sacerdote já há quase dez anos - foi o silêncio solicitado na primeira noite. Digo mal, não solicitado, mas como que imposto.
Com o passar do tempo, trabalhando em dezenas e dezenas de outros Cursilhos, é que pude dar-me conta da importância e valor do silêncio naquele exato momento. Se você for um dos responsáveis do MCC, você sabe do que estou falando.
Depois de tantos e tantos cursilhos, estou mais convencido ainda de sua absoluta necessidade. Não já como imposição, mas agora mostrando claramente sua oportunidade e necessidade. Aliás, técnicas atuais de meditação e interiorização, ainda que nada ou muito pouco tendo a ver com esta ou aquela religião, estão valorizando o silêncio e a meditação pessoal. Até empresas modernas têm introduzido a possibilidade de momentos de silêncio. E o fazem com vistas a que? A que os funcionários reencontrem seu ponto de equilíbrio para que a produção seja mais eficiente.Pois bem: o silêncio que solicitamos na primeira noite do Cursilho parece seguir uma tradição enraizada na espiritualidade espanhola, a dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola. Parece que os iniciadores do MCC adotaram essa tradição que visa a mostrar aos cursilhistas seus benefícios, estando no contexto do clima que desejamos criar durante todo o tempo de duração do próprio Cursilho. Ao sugerir que “nos afastemos do mundo” (agora prevendo, também, os sinais sonoros ou vibratórios dos telefones celulares...) pretendemos dizer que qualquer interferência externa oderia ser prejudicial num tão raro e importante momento na vida de uma pessoa. Que é, sem dúvida, o momento do discernimento sobre sua opção de vida e sobre os rumos que ela deverá tomar daí para a frente. Tudo o que vier de fora, neste precioso “intervalo” na vida cotidiana do cursilhista, será, portanto, uma intromissão indébita. Virá interferir nas decisões e projetos de vida do cursilhista. Virá, como costumamos dizer, “quebrar o silêncio”, tradicionalmente ligado ao canto do de Colores logo na manhã do primeiro dia. Não o silêncio de boca, mas o grande silêncio da oportunidade que lhe é oferecida.
Num dos documentos referenciais do MCC lê-se que “o retiro da primeira noite (= silêncio) é uma amada... à autenticidade reflexiva e sincera, diante da realidade de Deus, Pai do filho pródigo, que está se proximando de nós... e nos contempla. Não é outra coisa senão atualizar o costume e a atitude do Senhor que, antes dos grandes acontecimentos de sua vida apostólica, se retirava e se preparava, durante a noite, nosilêncio e na oração.... o fim do retiro é predispor (o cursilhista) ao chamamento de Deus, despertando uma atitude de busca e procurando que esta inquietação seja sadia, reta sincera e esperançosa” (Cf “Ideário” p.83). Ora, naturalmente pode-se deduzir que tal atitude será apropriada para durante toda a duração do Cursilho.
Neste contexto é que entra a introdução de alguns corpos alheios ao Cursilho e, por isso, extremamente prejudiciais ao cursilhista. Um desses “corpos estranhos” são as tais “mensagens”, cartas, cartões, bilhetinhos e outros recados coletados entre familiares e amigos.
Provenientes do antigo costume de ler-se as “alavancas”, foram estas, pouco a pouco, sendo entregues nas mãos dos participantes. Daí à entrega de bilhetes, de cartas e de “mensagens” cujos conteúdos mais apelam à emotividade forçada do que favorecem uma parada consciente do participante, foi um passo. Tem-se conhecimento de certo GED que permite, a certa altura do Cursilho, a entrada de uma pessoa fantasiada de carteiro que despeja, diante dos cursilhistas atônitos e “emocionados” um saco de correspondência que traz às costas (acredite se quiser...). Acrescente-se que outros movimentos, alguns até originados de nossos Cursilhos, levaram tal iniciativa ao exagero tentando introduzi-la na origem. De forma que, em certos Cursilhos, enquanto alguns recebem uma verdadeira enxurrada de mensagens, outros ficam “esquecidos”... Esse é um dos aspectos nocivos dessa “invenção” estranha à dinâmica do Cursilho. O outro, pior talvez e mais grave, está na introdução de elementos que em nada ou em muito pouco ajudam a opção e o sério compromisso de conversão do cursilhista.
Opção e compromisso que ele deveria assumir, só ele mergulhado no silêncio de seu  coração, de sua mente e de todo o seu ser diante da misericórdia e do infinito amor de Deus. Dê-se-lhe, por favor, um tempo! Deixemo-lo, pelo menos por algumas horas, dono de suas próprias decisões! O homem e a mulher desta nossa tão controvertida pós-modernidade têm necessidade de um pouco de solidão e de interiorização.
Ofereçamos um presente original a esses homens e a essas mulheres que estão participando de um Cursilho. Ofereçamos a eles o grande, imenso, oportuno e precioso presente do nosso silêncio solidário abstendo-nos de tais interferências. Deixemo-los, finalmente, a sós com Deus! Pelo menos nestes três dias que podem ser decisivos!
Amanhã, tenho certeza absoluta, eles e elas haverão de nos agradecer!
http://www.cursilho.org.br/

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

SOBRE CORPOS ESTRANHOS INTRODUZIDOS NO CURSILHO (II)

Pe. José Gilberto Beraldo

Tenho chamado de “corpos estranhos” tudo o que veio sendo introduzido nos três dias do Cursilho à revelia dos seus objetivos e dos meios para alcançá-los. Assim, no primeiro artigo desta série, tratei de analisar a inoportunidade das tais mensagens entregues aos montes aos participantes do Cursilho, bem como a interferência indébita das mesmas num momento tão delicado e íntimo, momento de decisão pessoal e intransferível pelo qual está passando o cursilhista.
Nesse mesmo contexto, levanto outra indagação, agora sobre o assim chamado “folclore” (termo, a meu ver, inteiramente desfocado no caso dos Cursilhos). Por que cantar durante o Cursilho? No que consiste, para o cristão, a verdadeira alegria? Continuam ainda alguns a crer que o canto deveria ir aumentando de intensidade de seus decibéis à medida em que progridem os três dias... Isso teria por objetivo contribuir para aumentar o “entusiasmo” e a “alegria”, até chegar a uma espécie de êxtase na noite do terceiro dia, o que vale dizer, no Encerramento. O tom com que cursilhistas e dirigentes “bradam” o De Colores seria, dizem, o termômetro do entusiasmo, da alegria , da entrega e até da profundidade da conversão de todos. E se fosse cantado em espanhol, o poder de contágio exercido pelo De Colores seria muito maior passando a idéia aos presentes de que houve “conversão” em massa, mesmo que “cantar” não fosse o forte de todos...
Primeiro quanto ao De Colores. Ao lado de interpretações sensatas, acabou por se criarem alguns absurdos como o de considerar o De Colores o hino oficial do Movimento de Cursilhos. Aliás, sobre o De Colores assim se expressa o próprio iniciador do MCC, D. Hervás: “De Colores é o título de uma canção popular espanhola dos anos 40 que se iniciava exatamente por estas duas palavras e se tornou famosa entre os cursilhistas.
Alguns pretenderam dar-lhe a importância de um ritual, ou de um simbolismo e, até, de certa forma de expressão do estado de consciência: “De Colores” significaria “estado de graça”. Todavia essa não foi a intenção primeira. Era simplesmente uma canção popular muito em voga entre os jovens nos dias iniciais dos Cursilhos, de letra simples e até ingênua, que foi empregada como meio de descontração. E nada mais do que isso”. Até aqui D. Hervás, desmistificando o De Colores.
Afinal, para que serve o canto num Cursilho? Simplesmente e sem maiores complicações, para: a) para fixar o conteúdo da mensagem (daí porque ocorre antes ou depois dela); b) para descontrair, sem distrair; c)para conscientizar sem levar à alienação; d) para facilitar um clima de sã alegria sem excessos, muito menos, sem cair na ingenuidade ou no ridículo. Por tudo isso compreende-se a necessidade de os cantos serem pertinentes, oportunos e condizentes com as mensagens que foram ou serão proclamadas; de serem músicas e letras cujo conteúdo facilite não só a compreensão de cada uma das mensagens, como também ajude a criar clima interior propício para a conversão e o compromisso com a prática da Palavra de Deus e com as opções prioritárias de nossa Igreja Católica no Brasil. A propósito: nos “tempos fortes” de evangelização na Igreja (Campanha da Fraternidade, na Quaresma ou Advento e outros) por que não usar os respectivos cantos na celebração das Missas, nos Cursilhos?
Nessa linha, além de já podermos contar com uma série de cantos e canções bastante variada e de ótima qualidade e oportunidade (vejam-se os inúmeros exemplos contidos nas publicações de cantos pastorais), fazem-se necessárias criatividade e adaptação inteligente, nunca esquecendo da palavra de Jesus: “Nem todo aquele que me diz ‘Senhor! Senhor!’ entrará no Reino dos Céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7, 21). Assim, e dando um exemplo banal, em nenhum momento do Cursilho e em nenhuma mensagem deveria existir preocupação com “a igreja que sobe ou com o céu que desce ou com anjos que voam para cima e para baixo e por todos os lados...” A Igreja foi pensada por Cristo e teve seu tempo iniciado no dia de Pentecostes para ter os pés fincados aqui na terra e estar comprometida com a História onde continua a missão libertadora e redentora do Senhor Jesus. Para isso são chamados os que desejam ser seguidores de Jesus. E, por falar nisso, é bom que a gente recorra a um documento normativo do Papa João Paulo II sobre a “missão e vocação dos leigos na Igreja e no mundo” (Christifideles Laici, 1987). Ali, num dos ‘critérios de eclesialidade’, critérios pelos quais devem pautar-se todo ‘movimento ou associação de fiéis leigos’, ensina o Papa: “...o empenho de uma presença na sociedade humana que, à luz da doutrina social da Igreja, se coloque a serviço da dignidade integral do homem. Assim, as agregações dos fiéis leigos devem converter-se em correntes vivas de participação e de solidariedade para construir condições mais justas e fraternas no seio da sociedade” (ChL 30). Nessa direção e na dos demais ‘critérios de eclesialidade’ é que deveriam ser encaminhadas, a meu ver, todas as iniciativas e toda a dinâmica dos Cursilhos, incluído aí o canto ou, se se preferir, o “folclore”.
Então, seria eu contra os assim ditos cantos de louvor e outros (sucessos de venda em CDs. etc.) e que abundam na maioria quase absoluta de encontros e reuniões de Igreja? Não, não sou contra. Sou, sim, a favor de que nos Cursilhos o canto seja adequado à mensagem ou às mensagens que se estão passando aos cursilhistas.
Estou cada dia mais convencido, depois de meu longo ministério no MCC, de que a autêntica alegria nos Cursilhos não está condicionada aos cantos por mais maravilhosos e emotivos que eles sejam. A mais autêntica, espontânea e explosiva alegria, brota, isto sim, da volta para a Casa e do encontro ou do reencontro com o Pai; do abraço apaixonado, amoroso e terno do mesmo Pai rico em misericórdia; da acolhida fraterna e solidária de uma comunidade orante e operante das coisas do Reino; do calor do Espíritodo Senhor consolando, inspirando e fortalecendo. É em momentos como esses que a emoção nascida do mistério do amor e do perdão, toma conta e invade todo o ser de homens e mulheres que se aventuram nessa jornada de volta que é o Cursilho. Ao mesmo tempo louvando e agradecendo a Deus, mantêm os pés no chão da vida, antevendo os desafios do compromisso na luta por uma sociedade fraterna, justa e solidária. Retomando e resumindo: a verdadeira alegria e emoção, nos Cursilhos, devem brotar do mistério do amor, da misericórdia e do perdão oferecidos pelas entranhas misericordiosas do Pai.
Por último, é preciso não perder de vista que nos dias que correm, está-se supervalorizando a música. Nada contra. Se esta é a marca registrada da nossa cultura, não há porque não aproveitar o momento singular – inspiração, sem dúvida, do “Espírito que sopra onde quer” (Jo 3,8) – para fazer chegar ao evangelizando a mensagem libertadora e redentora do Senhor Jesus. Entretanto, uma coisa é fazer da música e do canto um instrumento. Outra, completamente diversa, é tentar colocar nela toda a força da mensagem, arrancando emoções e lágrimas que, geralmente, esvaem-se e secam ao terminar a última nota do último canto do De Colores no último momento do Encerramento. Momento esse que, se se resumir-se puramente em lágrimas e emoções superficiais, será também o último no qual esse cursilhista vai aparecer! A longa prática dos Cursilhos está a nos lembrar tudo isso!
http://www.cursilho.org.br/

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Setores Diocesanos

RETIROLÂNDIA
Rua Miguel Passarinho,34
Retirolândia Bahia
75.8123.1127
Coordenadora: Rosália de Oliveira Ramos
rosalia1137@hotmail.com

CAPELA DO ALTO ALEGRE
Povoado de Conceição
Capela do Alto Alegre - Bahia
75.8193.6309
Coordenador: Cristiano Cardoso da Silva
cristianodecolores@hotmail.com

NOVA FÁTIMA
Rua Herminio Prado 86
Nova Fátima - Bahia
75.3234.1335
Coordenadora: Maria Norma S.Visitação

SANTA LUZ
Praça MAriana Barbosa,38
Santa Luz - Bahia
75.3265.3521
Coordenadora: Catiane Pererira Reis
katy-reis@hotmail.com

CONCEIÇÃO DO COITE
Rua Carlos Gomes 389
Conceição do Coite - Bahia
75.3262.6068
Coordenador: Ednei Mota da Silva
ednei_mota@hotmail.com

GAVIÃO
Av.joão Durval Carneiro s/nº
Gavião - Bahia
75.8195.3110
Coordenador: Acacia Costa de Souza

ICHU
Av.Elvira Freitas Ferreira, s/nº
Ichu - Bahia
75.3684.2026
Coordenadora: Gleyce Tamara C.Oliveira

BIRITINGA
1ª Travessa do Ipiranga
Biritinga - Bahia
75.9240.4462
Coorenadora: Leina Brito Marques
maosqueevangelizam@r7.com

Estatuto

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

NOVA DIRETORIA DO GED 2010/2012

 Assessor Eclesiástico: Pe. Antonio Elias Souza Cedraz (Retirolândia)
 Assessor Eclesiástico Adjunto: Pe. Genivaldo (Valente)
Coordenador: Adalberto Neres Pinto Gordiano (Coité)
Vice – coordenadora: Jussara Borges Alves (Santa Luz)
1ª Secretária: Dione Cedraz Araujo (Coité)
2ª Secretária: Gisa Graciele da Silva Almeida (Santa Luz)
1º Tesoureiro: Gerinaldo Santos Ferreira (Coité)
2º Tesoureiro: Etiene Rodrigues (Santa Luz)
Representante Jovem: Poliana Nunes dos Santos (Santa Luz)
                                   Sara Brandão da Silva (Retirolândia )

Comissão de Eventos: Moisés Gordiano da S. Oliveira (Retirolândia )
                                  Luiz Alexandre F. dos Santos Silva (Santa Luz)

Coordenador da Liturgia: Antonio Carneiro de Oliveira (Nova Fátima)

Coordenador Escola Mensageiros:
Acrisia Maria Ferreira da Silva (Coité)
Anailta Soares F. Araujo (Retirolândia)

Conselho Fiscal: Acrisia Maria Ferreira da Silva (Coité)
                          Anailta Soares F. Araujo (Retirolândia)
                          Carlos Alberto Alves dos Santos (Valente)

CALENDÁRIO

FEVEREIRO
19 e 20- Retiro espiritual - em Coité ( Mansão)
MARÇO
20 - Assembléia do GED - Capela do Alto Alegre
25 a 27 Assembléia Regional Nordeste III Bahia/Sergipe - Mansão da Paz - Coité
ABRIL
10 - 1ª Etapa da escola vivencial do GED - Gavião
MAIO
07 - Forró decolores - Retirolândia

JUNHO
05 - 2ª Etapa da escola vivencial do GED - Santa Luz
JULHO
10 - 3ª Etapa da escola vivencial do GED - Nova Fátima
AGOSTO
13 Reunião Preparatória - Retirolândia
20 Reunião Preparatória - Retirolândia
27Reunião Preparatória - Retirolândia
SETEMBRO
03 Reunião Preparatória - Retirolândia
09 a 11 Cursilho de 2 dias Coité/Mansão
16 a 18 Cursilho de 2 dias Coité/Mansão
25 Avaliação do Cursilho de 2 dias -Retirolândia
NOVEMBRO
26 e 27 - Assembléia do GED Coité/Mansão

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

SER CRISTÃO É SABER ESPERAR

SER CRISTÃO É SABER ESPERAR


O cristão é fundamentalmente alguém que espera e que vive a dimensão profunda da esperança. No entanto, este esperar deve ser isento de toda passividade, ou falta de espírito de luta, pois a espera passiva, isto é, cruzar os braços, nada mais é do que uma forma disfarçada de “não-esperança”, ou seja, do desespero e da impotência. O cristão é aquele que vive entre “aquilo que é” e “aquilo que ainda não é”. Ele realiza sua missão neste mundo, porém orienta toda sua vida para aquilo que ainda há de vir. Sabe viver o presente com o seu olhar voltado para o Reino futuro e definitivo.

AS RAÍZES DA ESPERANÇA

Nada abala as esperanças de uma pessoa de fé, nem mesmo, quando suas esperanças parecem impossíveis ou contraditórias. O “homem de esperança” é aquele que, apesar de estar “morrendo de sede”, ainda acredita na “fonte de água viva”. Ter esperança significa estar pronto a todo o momento para aquilo que ainda não nasceu e, todavia não se desesperar se não ocorrer nascimento algum durante nossa existência. Não faz sentido esperar pelo que já existe ou pelo que não pode ser. Aqueles, cuja esperança é fraca, decidem pelo conforto, ou então pela violência. Aqueles, cuja esperança é forte e está alicerçada nas raízes da fé, estão prontos a todo o momento a “dar a vida” pelo Reino de Deus. Só uma pessoa de fé é capaz de viver a esperança cristã.

A ESPERANÇA FORTALECE O VIGOR MISSIONÁRIO

Ter esperança é um modo de ser e de viver. É algo que acompanha todo crescimento afetivo-espiritual de uma pessoa. A esperança orienta e dá um vigor sempre novo, não deixa a pessoa desanimar, mesmo em meio às maiores tragédias da vida. A Esperança faz crescer. Fortalece o vigor pastoral e missionário. Dá novo sentido à vida. Quando a esperança desaparece, podemos dizer que a vida termina, seja na realidade ou potencialmente. Sem esperança não há mais o espírito de luta e nem o espírito criativo e dinâmico. Desde os primórdios, o ser humano sempre viveu de esperanças, embora nem sempre tenha falado ou tenha se ocupado dela. É, sobretudo, no cristianismo que encontramos o coração da esperança. É ela que a articula todas as esperanças fundamentais pelo amanhã. Aí encontramos uma linguagem que fala de salvação, de felicidade, que não apenas integra um passado, mas garante um futuro, com base numa esperança em plenitude. A esperança, presença marcante em outras religiões também, procura dar uma resposta aos grandes questionamentos da criatura humana:

– Qual é o significado da vida do homem e da mulher? – O que será da humanidade? – Como será a vida depois da morte? Sem dúvida, a esperança está implantada no coração inquieto de cada criatura humana e segundo Moltmann: “Onde há esperança há religião”. Em outras palavras, onde há esperança há vida, amor, justiça e fraternidade. Aí a vida floresce, mesmo em meio aos escombros.

A ESPERANÇA NA VIDA ETERNA

Na história do Povo de Deus, os profetas surgiram numa situação de desgraça; como os porta-vozes dos “pobres da terra”. Eles pregavam a justiça e o fim da opressão. Porém, o profeta é, antes de tudo, o mensageiro da esperança. Ele faz reviver nos desanimados a esperança. Ele vê e compreende a realidade presente, e, denunciando o mundo contraditório, anuncia a sua mensagem de esperança num mundo melhor. Assim, a esperança cristã é a expectativa dos bens futuros, da vida eterna, da ressurreição definitiva junto a Deus. No dizer de São Paulo: “Os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que deverá revelar-se em nós no futuro” (Rm 8,18).

A esperança cristã sempre está ligada a uma perspectiva de Vida Nova, numa dimensão de Reino de Deus, de Ressurreição dos Corpos, estabelecendo assim, uma passagem da escravidão para a liberdade da glória dos filhos de Deus:

– “Os que morreram em Jesus, Deus há de levá-los em sua companhia”. (1Tes 4,14). No discurso de Pedro, no dia de Pentecostes, ele também destaca este aspecto da esperança futura, ao dizer: “minha carne repousará na esperança” (At 2,26). Paulo, em sua defesa perante o governador romano, expressa também esta dimensão: “tenho em Deus a esperança de que há de acontecer a ressurreição, tanto de justos como de injustos... É por causa dessa esperança, ó rei, que hoje sou acusado pelos judeus... É por causa da esperança de Israel que estou carregando agora esta corrente” (At 24,15; 26,7; 28,20).

A ESPERANÇA COMPROMETE

Quem tem esperança tem também perseverança, sabe levar até o fim o seu compromisso de fé e o seu projeto de missão. A esperança faz caminhar. A esperança aquece o coração. A Carta aos Hebreus nos diz: “Desejamos somente que cada um de vós demonstre o mesmo ardor em levar até o fim o pleno desenvolvimento da esperança” (Hb 6,11). Mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, nossa esperança se torna nossa vida, adquire uma dimensão de vida eterna.

“Se temos esperança em Cristo tão somente para esta vida somos os mais dignos de compaixão de todos os homens” (1Cor 15,19). E no dizer de São João, seremos semelhantes a Deus: “Desde já somos filhos de Deus, mas o que nós seremos ainda não se manifestou... seremos semelhantes a Ele porque o veremos tal como Ele é” (1Jo 3,2). Como meta final, a esperança cristã tem como objetivo, nos conduzir a Deus, no momento presente da vida, mas também no futuro definitivo, no Reino dos Céus.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

ELEITOS NOVOS COORDENADORES DO SED DE CONCEIÇÃO DO COITÉ

Ancoteceu dia 17 de Dezembro a aleição dos novos coordenadores do Setor Diocesano do Movimento de Cursilhos de Conceição do Coité, uma eleição aberta onde todos tinham direito de votar e ser votado, com a participação de mais de 80 componentes foram eleitos pela assembléia local para coordenarem o Movimento de Cursilhos de Conceição do Coité por dois anos Ednei Mota da Silva e Nubia Mendes.
O GED - Grupo Executivo Diocesano deseja aos novos coordenadores sucesso e muita perserverança nos próximos anos.

ASSEMBLÉIA EM NOVA FATIMA

Aconteceu no dia 29 de Novembro na cidade de Nova fátima a Assembléia Geral do Grupo Executivo Diocesano, com a presença do Representante do GER - Grupo Executivo Regional o Sr. Alfredo da cidade de Salvador.
Na Assembléia tratou - se dos desafios para o relançamento do Cursilho que está sendo proposto pelo GEN - Grupo Executivo Nacional. Participaram da Assembléia integrantes do movimento de Cursilhos das cidades de: Gavião, Nova Fátima, Capela do Alto Alegre, Valente, Santa Luz, São Domingos, Pé de Serra,Retirolândia e Conceição do Coité.
Na Assembléia foram eleitos por aclamação os novos coordenadores do GED - Grupo Executivo Diocesano para o triênio 2010/2013 e os Assessores eclesiasticos.
Adalberto Neres Pinto Gordiano - Coordenador (Conceição do Coité)
Jussara Borges - Vice-Coordenadora (Santa Luz)
Padre Antonio Elias Souza Cedraz - Assessor Eclesiastico - (Retirolândia)
Padre Genivaldo - Assessor Adjunto (Valente)
Padre Nilton - Assessor Adjunto ( Gavião).

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

REGIMENTO INTERNO

Capítulo I - Introdução



Art. 1 - O Grupo Executivo Diocesano (GED) do Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC) da Diocese de Serrinha - Bahia é o organismo coordenador e orientador do MCC nesta Diocese.



Art. 2 - É dever do GED zelar para que, na Diocese, o MCC atinja as suas finalidades, descritas nos Arts. 2, 3, 4 e 5 do Estatuto do MCC, deferido pela CNBB em 13 de Maio de 2010.



Art. 3 - O MCC está estruturado na Diocese conforme descrito no Art. 10, inciso III do Estatuto do MCC.



Art. 4 - A competência e as atribuições dos órgãos que compõem o MCC, descritas nos Arts. 34 a 42, 47 a 50 e 53 a 56, bem como a estrutura administrativa referida no Art. 34 do mesmo Estatuto, estão regulamentadas nos Capítulos III, VI e VII deste Regimento Interno.



Art. 5 - As eleições de que trata o Estatuto do MCC, nos Arts. 54 a 56, estão regulamentadas nos Capítulos IV e V deste Regimento Interno.



Art. 6 - O patrimônio e o regime financeiro do MCC na Diocese de Serrinha - Bahia, referidos nos Arts. 57 a 59 do Estatuto do MCC estão sob a responsabilidade do próprio GED (Grupo Executivo Diocesano)..



Capítulo II - Membros do MCC



Art. 7 - Com base no Art. 6 do Estatuto do MCC, podem ser membros do MCC na Diocese, os fiéis leigos que, tendo participado de um Cursilho, tenham sua solicitação de inscrição feita em ficha própria, aprovada pelo GED, e se disponham a cumprir seus deveres.



Art. 8 - Conforme o Art. 7 do Estatuto do MCC, são direitos e deveres dos membros do MCC da Diocese de Serrinha - Bahia:



a) Dar testemunho cristão no ambiente em que atuam;

b) Organizar-se em Núcleos de Comunidade Ambiental (NCA), para mais eficazmente ajudarem o MCC a atingir sua finalidade;

c) Realizar sua vocação apostólica na Igreja e no mundo, inserindo-se na Pastoral Orgânica da Arquidiocese;

d) Colaborar com o MCC e participar de suas atividades, de acordo com o Estatuto do MCC e com este Regimento Interno;

e) Votar nas Assembléias Diocesanas, conforme estabelecido nos Art. 13 e 18 deste Regimento Interno;

f) Ser votado nas eleições, conforme estabelecido no Art. 19 deste Regimento Interno;

g) Contribuir mensalmente para a manutenção do MCC;



Parágrafo 1º - Ao membro que não cumprir o estabelecido na letra d acima, poderá o GED recusar os direitos descritos nas letras e e f.

Parágrafo 2º - A contribuição mínima mensal de responsabilidade dos setores diocesanos para a manutenção do MCC na Diocese, será definida na última assembléia de cada ano.



Art. 9 - O desligamento de um membro se dará por sua livre e espontânea vontade ou por decisão do GED, em decorrência de ato ou conduta desabonadores, sendo-lhe facultada ampla defesa.

Parágrafo Único - Quando a iniciativa do desligamento partir do GED, deverá a mesma ser comunicada por escrito.



Capítulo III - Assembléias Diocesanas
 Natureza e Finalidades



Art. 10 -  Às ADs se realizarão ordinária ou extraordinariamente, conforme os Arts. 47 a 50 do Estatuto do MCC.



Art. 11 - Convocação e Constituição



a) As ADs serão convocadas, conforme os Arts. 48 a 50 do Estatuto do MCC, observando-se ainda as seguintes medidas práticas:



I - A circular de convocação deverá ser afixada no recinto onde funciona a Escola Vivencial (EV) e enviada aos Núcleos de Comunidades Ambientais (NCAs), às Pequenas Comunidades de Fé (PCFs) e aos Setores Diocesanos.

II -A comunicação ao GER será feita por escrito.



b) Constituirão as ADs, com base no Art. 53 do Estatuto do MCC, os seguintes membros:



I - Coordenador, Vice Coordenador e Assessor Eclesiástico do GER ou Delegado representante;

II – Demais membros do Mcc enquadrados no art. 7 deste regimento.

III – Assessores Eclesiásticos e Adjuntos do GED



Art. 12 - Método de Trabalho



A AD se realizará em uma ou mais sessões, conforme as necessidades ou a conveniência verificada pelo GED, seguindo o método VER-JULGAR-AGIR-AVALIAR, e levando em conta, nesses passos, os seguintes requisitos:



a) VER



1. Apresentação da avaliação do GED, por área de trabalho, por parte do respectivo titular, das atividades desenvolvidas desde a AD anterior.

2. Discussão em grupo para entendimento e/ou esclarecimento acerca da exposição e complementação da mesma.

3. Plenário de conclusões.



b) JULGAR



1. Exposição pelo GED dos critérios a serem considerados e que incluirão sempre, pelo menos:

I - As decisões das ANs e ARs;

II - As Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja, no Brasil (CNBB);

III - As Orientações da Pastoral Diocesana

2. Discussão em grupo para entendimento e/ou esclarecimento e indicação dos critérios mais importantes.

3. Plenário de conclusões.



c) AGIR



1. Apresentação das propostas do GED para solucionar os problemas levantados no VER, conforme os critérios do JULGAR.

2. Discussão em grupo para aprovação, rejeição, sugestão de emendas às propostas do GED, ou apresentação de novas propostas.

3. Plenário para apresentação das conclusões.

4. Votação do Documento Final após a reelaboração das propostas se tal se fizer necessário, e de acordo com as normas para votação estabelecidas no Art. 13 deste Regimento Interno.



Capítulo IV - Deliberações



Art. 13 - Para votação de todo e qualquer assunto colocado em pauta nas ADs, pela mesa Diretora ou pelo Plenário, bem como para aprovação de moções ou documentos, observar-se-ão os critérios de direito a voto que seguem, baseados nos Arts. 53 a 56 do Estatuto do MCC e nas disposições abaixo discriminadas:



1. Membros eleitos do GER presentes ou Representante expressamente designado pelo GER – 01 voto

2. Assessor Eclesiástico Diocesano, e assessores Eclesiásticos Adjuntos do GED - 1 voto cada

3. Os membros do GED conforme Art 7 e Art 8 – 01 voto cada.



Parágrafo Único - Anteriormente à realização da AD, o GED deverá fazer a verificação do número de associados que se encontram em pleno gozo de seus direitos, conforme o Art. 8 deste Regimento Interno, com a finalidade de estabelecer o quorum necessário.



Art. 14 - A mesa diretora decidirá, no início de cada AD, se a votação de que trata o Art. 13 será por aclamação, voto aberto ou voto escrito; a votação para as eleições dos membros do GED, sempre será feita conforme o Art. 19 deste Regimento Interno



Capítulo V - Eleições



Art. 15 - A eleição do Coordenador e do Vice-coordenador Diocesano levará em conta o estabelecido nos Arts. 36 e 56 do Estatuto do MCC.



Parágrafo Único – O Coordenador e o Vice serão eleitos em uma mesma chapa para um mandato de 3 (três) anos, permitida uma só reeleição para o mesmo cargo.



Art. 16 - Para a escolha do Assessor Diocesano, cujo nome será homologado pelo Bispo Diocesano, conforme o § 2° do Art. 34 do Estatuto do MCC, será eleita uma lista tríplice, observando-se que, cada membro com direito a voto, votará em três nomes, numerando-os em ordem de preferência, devendo ser apresentado ao Bispo Diocesano como o primeiro nome o que tiver tido mais indicações para primeiro lugar; como o segundo nome o que tiver tido mais indicações para segundo lugar e como o terceiro nome o que tiver tido mais indicações para terceiro lugar, para o mesmo período de mandato do Coordenador e Vice, não havendo limitação de vezes para ser reeleito.



Art. 17 - Votarão sempre, unicamente os associados em pleno gozo de seus direitos, conforme o Art. 8º deste Regimento Interno.



Parágrafo Único - No início das ADs em que houver eleições, será anunciado pela mesa diretora o quorum mínimo para a validade da votação.



Art. 18 - As regras para as eleições estão descritas nos Arts. 54 a 56 do Estatuto do MCC e deverão ser observadas na íntegra.



Capítulo VI - Constituição do Grupo Executivo Diocesano (GED)



Art. 19- Os membros eleitos do GED, conforme o Art. 34 § 3° do Estatuto do MCC, escolherão entre os membros do MCC da Diocese, que se enquadrem no descrito na letra d do Art. 54 do Estatuto do MCC, os demais membros: Assessor de Comunicação e Assuntos Externos, Secretário Geral, Secretário Adjunto, Responsável pelo Pré-Cursilho, Responsável pelo Cursilho três (ou dois) dias, Responsável pelo Pós-Cursilho, Tesoureiro, Coordenador da Escola Vivencial e Administrador do Patrimônio.



Art. 20 - A juízo do GED, poderão ser convidados outros membros para integrá-lo, seja tendo em vista a preparação de futuros integrantes, seja para ajudar específica e temporariamente no desempenho de algumas tarefas.



Parágrafo Único – Os membros não eleitos do GED, serão de livre escolha dos membros eleitos, não tendo prazo de mandato definido.



Capítulo VII - Atribuições do GED



Art. 21 - Com base no Art. 35 do Estatuto do MCC, ficam definidas como segue as atribuições do GED:



a) Promover, acompanhar e coordenar as atividades do MCC na Diocese;

b) Zelar pela fidelidade à essência, à finalidade, ao método e ao carisma próprios do MCC, no âmbito diocesano.

c) Levar ao conhecimento das bases as Conclusões das ANs, ARs e ADs e executar suas deliberações;

d) Elaborar e executar o plano de ação do MCC na Diocese , de acordo com as diretrizes das ADs e da Pastoral Diocesana, cuidando para que:

I - No Pré-cursilho haja uma correta seleção de candidatos conforme pede o manual do mcc;

II - No Cursilho (dois ou três dias) se apresente uma Equipe de Responsáveis preparada de acordo com a realidade diocesana e se proclamem Mensagens sempre atualizadas;

III - No Pós-cursilho se faça um cuidadoso acompanhamento dos neo-cursilhistas e seu encaminhamento aos NCAs;

e) Estabelecer o calendário dos Cursilhos a serem realizados, e indicar os respectivos Coordenadores.

I - Os bases serão escolhidos pelos coordenadores indicados pelo GED.

II - os nomes dos bases deverão ser anunciados na primeira assembléia do ano.

f) Promover o relacionamento com o Bispo diocesano, com os Organismos Pastorais, Movimentos de nível diocesano, e com as instâncias diocesanas da CNLB (Conferência Nacional do Laicato Brasileiro);

g) Colaborar com outras associações de fiéis da Diocese dando apoio às suas atividades;.

h) Reunir-se, regularmente, com a frequência que se fizer necessária, em local a ser determinado pelo próprio GED, para rever e avaliar o programa de trabalho e pô-lo em prática.

i) Obrigar-se a um amplo estudo e debate do qual participem todos, ou a maioria dos membros do MCC, caso as circunstâncias levem a optar pela dissolução do MCC conforme previsto no Art.47 § f do Estatuto do MCC.

j) Manter e incentivar a constituição de Núcleos Ambientais.

k) Apresentar à Assembléia Diocesana (AD) o relatório de atuação do Movimento.

l) Repassar aos Setores Diocesanos, Núcleos Ambientais ou Pequenas Comunidades de Fé, todas as informações (documentos, boletins, relatórios, etc...) elaborados pelo GEN, GER e GED.

m) Participar das Assembléias dos Setores Diocesanos

n) Formar, se e quando oportuno, um Grupo de Apoio, composto por responsáveis que conheçam profundamente o MCC, cujas atribuições serão:

- Auxiliar o GED na aplicação prática das decisões das ANs, ARs e ADs;

- Auxiliar o GED no levantamento de problemas ou aporte de sugestões que serão levadas às ANs ou ARs.



Parágrafo 1º- Ao Setor diocesano (SED), compete:

. Eleger seus Dirigentes, a exemplo do GED

. Executar todas as deliberações do GED, e atuar em harmonia com o mesmo

. Zelar pela fidelidade à essência, ao conteúdo e ao método do Cursilho



Parágrafo 2º- Aos Núcleos Ambientais e Pequenas Comunidades de Fé, compete:

. Eleger Coordenador e Vice para mandato de um ano, não havendo limitações de vezes para serem reeleitos, mas sempre com inscrição e aprovação do GED

. Zelar pela fidelidade à essência , ao conteúdo e ao método do Cursilho.



Art. 22 - Compete ao Coordenador Diocesano, conforme o Art. 37 do Estatuto do MCC:

a) Representar o MCC no âmbito diocesano, procurando cumprir e fazer cumprir o disposto no Estatuto.

b) Convocar e presidir a AD;

c) Assinar os documentos do MCC em nível diocesano;

d) Envidar todos os esforços para que o GED, como equipe, dê cumprimento à finalidade do MCC, respeitando sua essência e seu método.



Parágrafo Único - Ao Vice-Coordenador compete auxiliar o Coordenador a desempenhar as funções acima e substituí-lo em seus impedimentos.



Art. 23 - Compete ao Assessor Eclesiástico Diocesano, com base no Art. 38 do Estatuto do MCC:



a) Assessorar o GED nos estudos e programas do MCC, na Diocese

b) Auxiliar a adaptação do MCC à Pastoral Orgânica da Diocese

c) Facilitar ao GED o acesso às orientações do Bispo, para a atuação do MCC em nível diocesano.

d) Auxiliar o Coordenador do GED na condução das ADs.



Art. 24 – Compete ao Assessor de Comunicação e Assuntos Externos:



a) Divulgar o Movimento, fazendo contatos permanentes com os Órgãos de Imprensa;

b) Editar o boletim informativo do MCC;

c) Divulgar os documentos do MCC junto aos Setores Diocesanos, Núcleos Ambientais e outros Grupos reconhecidos pelo GED.



Art. 25 - Compete ao Secretário Geral, com base no Art. 40 do Estatuto do MCC:



a) Redigir as atas e crônicas dos eventos históricos e administrativos do MCC, na área do GED;

b) Zelar pela conservação e atualização do arquivo histórico e administrativo do MCC, na

área do GED;

c) Redigir toda a correspondência do MCC, na área do GED.



Parágrafo Único - Ao Secretário Adjunto compete auxiliar o Secretário Geral a desempenhar as funções acima e substituí-lo em seus impedimentos..



Art. 26 - Compete ao Responsável pelo Pré-Cursilho:



a) Receber e analisar as fichas de apresentantes;

b) Convocar os candidatos para entrevistas, recomendando ou não ao GED a aprovação de sua inscrição;

c) Elaborar mapas com dados dos candidatos disponíveis para facilitar sua seleção para o cursilho;

d) Organizar a intendência espiritual (alavancas);



Art. 27 – Compete ao Responsável pelo Cursilho três ( ou dois) dias:



a) Executar os trabalhos necessários em comum acordo com a Coordenação do GED para a realização dos Cursilhos.



Art. 28 - Compete ao Responsável pelo Pós-Cursilho:



a) Acompanhar a formação dos NCAs auxiliando seus integrantes;

b) Manter contato com os apresentantes para incentivá-los a acompanhar os neo-cursilhistas por ele apresentados, durante os primeiros tempos do pós-cursilho;

c) Executar os trabalhos necessários ao acompanhamento dos Cursilhistas e, periodicamente, comunicar-se com os mesmos, incentivando-os a uma participação mais ativa no Movimento;

d) Manter e acompanhar em perfeito entrosamento: os Grupos, os Núcleos Ambientais e os Setores diocesanos existentes;

e) Elaborar anualmente plano de trabalho para as Assembléias Mensais e orientações aos Núcleos e Setores Diocesanos.



Art. 29 – Compete ao Tesoureiro:



a) Zelar por toda a parte financeira e contábil do GED

b) Fazer balancetes mensais de receitas e despesas;

c) Elaborar anualmente a prestação de contas para a AD.



Art. 30 – Compete ao Coordenador da Escola Vivencial (EV) (Escola de Formação), com a colaboração dos demais membros do GED:



a) Elaborar a programação da EV de modo a atender às necessidades dos freqüentadores;

b) Zelar para que essa programação contemple a formação humana global dos responsáveis, bem como sua formação teológica e teologal;

c) Cuidar para que a EV forme responsáveis pelo MCC perfeitamente concordes com a essência, a finalidade e o método do MCC e de acordo com as realidades da diocese;

d) Preparar listas de Responsáveis aptos a atuar nas três fases do MCC.



Art. 31 – Compete ao Administrador do Patrimônio:



a) Zelar por todos os bens móveis e imóveis do MCC



Capítulo VIII – Do Patrimônio e do Regime Financeiro e Fiscal



Art. 32 – Compreende-se como receitas do GED:



a) Contribuições mensais de todos os setores do Movimento em nível diocesano, sem qualquer exceção (conforme Artigo 8 §2 deste Regimento)

b) Recursos oriundos de promoções diversas, doações, etc;

c) Saldo resultante da realização de Cursilhos, Encontros, Retiros, venda de livros e outros materiais e recursos oriundos de quaisquer outros meios lícitos.



Art. 33 – Compreende-se como despesas do GED:



a) Contribuição mensal para o GER;

b) Passagens e outras despesas do Coordenador, Vice e Assessor Eclesiástico Diocesano e outros membros a critério do Coordenador, quando da participação em ARs, Encontros Regionais de interesse do MCC;

c) Passagens e outras despesas do representante diocesano quando comparecer aos Setores Diocesanos e NCA’s do MCC;

d) Despesas com aquisição de material de expediente, correio, telefone, manutenção da Escola Vivencial, etc...

e) Déficit eventual da realização de Cursilhos e Encontros promovidos pelo GED;

f) Aquisição de livros, crucifixos e outros;

g) Outras despesas necessárias devidamente comprovadas.



Art. 34 – O Conselho Fiscal, órgão de supervisão econômico-financeira do GED, será composto de três membros eleitos pela AD, para um período de três anos coincidentes com o mandato da Coordenação.



Parágrafo Único - Compete ao Conselho Fiscal examinar as contas do GED para cada exercício, formulando um parecer para apreciação e aprovação da AD.



Capítulo IX - Disposições Gerais



Art. 35 - Sempre que seja respeitado este Regimento Interno e o Estatuto do MCC, o GED poderá convidar outros membros do MCC e com eles formar equipes de trabalho para integrá-las e atingir melhor as metas do GED.



Art. 36 - Este Regimento Interno foi aprovado na Assembléia Diocesana Ordinária de 20 de Março de 2011 e entra em vigor a partir da aprovação pelo GER.










GED

EVENTOS

ASSEMBLÉIA DO GED DIAS 06 e 07 DE NOVEMBRO NA MANSÃO DA PAZ PAI BICO EM CONCEIÇÃO DO COITÉ.
COORDENAÇÃO DE CONCEIÇÃO DO COITÉ

Ednei Mota da Silva
Rua Carlos Gomes,389
CEP: 48.730.000
(75) 3262-6068

Nubia Mendes Carneiro
Rua David Souza,155
CEP: 48.730.000
(75) 9146-9741

COORDENAÇÃO DE RETIROLÂNDIA

Rosália de O. Ramos
Tv.Miguel Passarinho, 34
CEP: 48.750.000
(75) 8123-1127

COORDENAÇÃO DE NOVA FÁTIMA

Maria Norma Silva Visitação
(75) 3624 - 2721

Rozilda Lima da Cunha Moreira
Rua José Xavier dos Santos, 211
(75) 3234 - 1041

COORDENAÇÃO DE SANTA LUZ

Catiane Pereira Reis
Praça Mariana Barbosa, 81
(75) 9153 - 7462

Poliana Nunes dos Santos
Rua 24 de Outubro,722
(75) 9111 - 3397


COORDENAÇÃO DE GAVIÃO


Valber Carneiro da Cunha
Rua
(75) 8145.3872

Acacia Costa de Souza
Rua
(75) 8195.3110
acaciasouza_2007@hotmail.com